OS IMPACTOS DA TECNOLOGIA PARA A LONGEVIDADE

 Em duas décadas, o número de idosos deve superar o de crianças e adolescentes. Até 2060, um a cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos, sendo que hoje a proporção é de um para dez. Esses dois indicadores compõem uma recente pesquisa do IBGE, que reforça os debates sobre o papel da medicina para assegurar a longevidade com saúde e a importância da alimentação e da atividade física para a qualidade de vida.

 

Neste contexto, a comissão científica do GERO 2018 elaborou uma programação que abarca a possível contribuição de diversas inovações tecnológicas para viver mais e melhor – incluindo a importância dos jogos eletrônicos para melhorar o desempenho cognitivo, de aplicativos para ampliar a interação com o médico e estimular a adesão a tratamentos, além do avanço dos sistemas de robótica e inteligência artificial para diagnóstico e prevenção de doenças.
 
Promovido anualmente pelo Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, o simpósio ocorrerá no Centro de Convenções Rebouças nos dias 28 e 29 de setembro. O evento será voltado a geriatras, gerontólogos, clínicos, fisioterapeutas, terapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros e terapeutas ocupacionais, entre outros profissionais dedicados à terceira idade.
 
A programação também abrirá espaço para discutir a crescente preocupação com casos de depressão entre os cuidadores de idosos, cuja demanda vem aumentando rapidamente nos últimos anos. Segundo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença deve se tornar, até 2020, a principal causa de afastamentos do trabalho e atingir, principalmente, esses profissionais.
 
Informações e inscrições: http://simposiogero.com.br/

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